Já abracei as dores do mundo, mas precisei acordar para abraçar as minhas. (...) aprendi a ficar mais atenta ao que sinto, a respeitar mais as minhas vontades e a priorizar as minhas escolhas. Foi necessário criar consciência de que eu também preciso do meu colo, do meu apoio, dos meus conselhos...e de mim.
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